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Squads de alta performance: 4 dicas para ter sucesso com times ágeis

Por: Mari Sampaio
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Para você squads multidisciplinares são sinônimos de que? Inovação, agilidade, eficiência, trabalho em equipe ou todas as opções anteriores? Bom, os squads são tudo isso e, com o conceito bem aplicado, com certeza, as marcas e empresas só tem a ganhar.

Aqui na Zoly, respiramos squads na prática. Temos vários times multidisciplinares e de alta performance que são focados, ao mesmo tempo, nas necessidades do cliente e nos resultados do negócio. Por experiência própria, podemos dizer que com dedicação e foco, os resultados aparecem. Mas além disso, o que mais é preciso para alcançar o sucesso com uma equipe multidisciplinar e garantir os melhores resultados?

Te contamos a seguir!

1 – Definir o verdadeiro propósito

Hoje em dia, squad virou uma buzz word e, apesar do conceito estar mais popular, o modelo de trabalho ainda não é bem aplicado na prática e, muitas vezes, acaba ficando sem um propósito bem definido. As empresas só querem ter porque “está na moda”.

A premissa das squads é ter um grupo de profissionais com talentos e competências diversas, mas complementares, que atuem focados em um OBJETIVO COMUM.

É em função dessa meta que a equipe vai desenvolver a melhor estratégia e solução. Por isso, que a primeira coisa a ser considerada para se ter sucesso com um squad, além da escolha dos profissionais, é a razão para o próprio esquadrão existir. Parece fácil falar, mas muitos times são estruturados sem um objetivo claro, o que dificulta a evolução da equipe e a conquista de resultados.

2 – Reunir a equipe certa

Cada projeto é diferente, e os times precisam ser montados de acordo com  o objetivo da missão ou necessidade a ser resolvida. Dentro de um squad é possível ter profissionais de qualquer departamento da organização, desde colaboradores da área de tecnologia, dados, marketing, user experience (UX) até do setor financeiro e recursos humanos, mas uma coisa é certa: é preciso garantir que no seu time estejam presentes profissionais com conhecimento técnico, de mercado e capazes de colocar o consumidor no centro de toda a estratégia.

Na Zoly, por exemplo, grande parte dos nossos esquadrões são compostos por profissionais das áreas de Performance, Designer UX, Business Inteligence, Mídia e Marketing. Essa mescla de disciplinas nos permite ter uma visão aprofundada das reais necessidades do cliente e, simultaneamente, trazer os melhores resultados para as marcas e empresas que são nossas parceiras.

Para Aline Kidermann, Coordenadora de Performance de um dos squads da Zoly, a escolha das pessoas é essencial, porque são elas que vão fazer a diferença no projeto.

“O diferencial dos squads são as pessoas. A qualificação dos profissionais, com maturidade e disponibilidade de sempre aprenderem coisas novas, dispostos a interagir uns com os outros, faz toda a diferença. A multidisciplinaridade nas equipes é um fator que agrega por deixar as portas abertas para o aprendizado entre as áreas, a expansão de conhecimento e a evolução profissional. Um membro da equipe não se atém apenas a entregar suas tarefas, ele se preocupa com o desafio proposto para o time de formal global, sendo também responsável pela meta do squad, pelas taxas de conversão e contribui para o melhor resultado. Então, as pessoas olham para esses números diariamente e ajudam a propor soluções que possam contribuir para nossa máxima eficiência e experiência do usuário, sempre trocando conhecimento com todos os profissionais do time.”

3 – Entender o papel do líder em um Squad

Esse é outro ponto essencial para o sucesso de um squad. Já vimos que a formação de squads pode variar, porém, um ponto importante que independe do objetivo do projeto, é a necessidade da escolha de um líder, também chamado de P.O (Product Owner) ou GP (Gerente de Projeto).

Mas qual a função da liderança nos times ágeis? 

“O papel do líder em times ágeis é muito amplo. Primeiro, ele tem que garantir a implementação da cultura e ser um facilitador em todo o processo. Também é essencial que o líder dê autonomia ao time através de metas claras e entendimento do seu papel no resultado do Squad, além de fomentar a integração e colaboração entre as áreas. Dessa forma, a comunicação fluíra e os fluxos de ideias para melhoria dos resultados ocorrerão naturalmente e com velocidade. Por último, mas não menos importante, o líder tem que ajudar na gestão de conflitos, sendo imparcial, criando um espaço para o diálogo e ter sempre foco na solução da causa raiz. Para que isso tudo ocorra, é importante criar um ambiente de confiança e transparência”, explica Flávia Mello, Gerente de Negócios na Zoly.

4 – Colocar em prática o mindset ágil

Não adianta definir o propósito, montar o time de profissionais de alta performance e ter uma boa liderança no squad, se a empresa não possuir uma cultura ágil que sustente toda essa operação.

O mindset ágil, além da desburocratização de processos e dar AUTONOMIA às equipes para que elas tomem decisões rápidas e testem suas ideias, também traz à tona a necessidade de encarar o erro como um aprendizado para a inovação e não como um fracasso irreversível. Não podemos ter medo de errar, mas é importante corrigir as falhas de forma rápida e assertiva e, nesse quesito, os squads de alta performance são os melhores aliados.

A filosofia da melhoria contínua e a cocriação também são vitais para tirar a mentalidade ágil do papel. Aliada a elas, um outro fator também é importante para estimular a prática desse pensamento: as metodologias ágeis.

Design Sprint, Scrum, Kanban e uma série de outros métodos exigem empatia para entender o contexto do cliente, promovem a colaboração e a interação entre a equipe, simplificam processos e facilitam as possibilidades de testes e aprendizados.

Os benefícios das metodologias ágeis são muitos e aqui você encontra dicas de como aplicá-las no seu modelo de negócio.

Como vimos no início desse conteúdo,  os squads multidisciplinares são facilitam a inovação, trazem agilidade e melhoram a eficiência, mas para tudo isso ser realmente efetivo, é preciso ter um propósito bem definido, saber escolher a equipe certa, ter clareza do papel da liderança e possuir uma cultura ágil que favoreça o desenvolvimento desse esquadrão de elite.

(*) Bianca Borges é Analista de Comunicação Sênior da ZOLY. Jornalista com MBA em Marketing, enxerga o digital como um espaço repleto de oportunidades para as marcas e um meio de conexão e aprendizados para a sociedade.

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